Como gerir a enorme pressão para a saúde mental que é estar num cenário de enorme incerteza, isolado do mundo, fechado entre quatro paredes, com as rotinas todas alteradas, longe dos amigos, família e colegas de trabalho? Entre todas as estratégias para lidar melhor com o confinamento, há uma singela ajuda que pode surtir efeitos surpreendentes: o humor.

Rir é uma magnífica forma de colocar as coisas em perspetiva, desproblematizar, relativizar. Mesmo que seja só rir para não chorar. E quando o tema é rir – e sobretudo rirmo-nos de nós próprios – há uma mulher que dá cartas.

Chama-se Mariana Cabral, mas todos a conhecem como a Bumba. Ela olha para nós e apanha-nos as ridicularias, as fraquezas, as palermices, as coisas risíveis que não tínhamos ainda pronunciado ou sequer processado. E goza-nos a quase todos à descarada, como poucos conseguem fazer. Nos vídeos da Mariana conseguimos rever-nos. E entre uma lágrima que mareja o olho com a galhofa e a ligeira dor abdominal de tanto gargalhar, se calhar há qualquer coisa que fica ali a burilar. E que, quiçá, germina. Estão muito enganados os que pensam que o humor não pode mudar o mundo.

Nesta edição, feita entre as angústias de um segundo confinamento e a esperança de uma reabertura com uma recuperação rápida, falamos do poder regenerador do riso e de muitas outras coisas que ansiamos fazer: voltar a trilhar caminhos, sair para hotéis, lojas e restaurantes, ouvir um bom concerto ou ver um belo espetáculo. Venha daí com a PRIMA.

Veja também: Daqui a vossa PRIMA Bumba!

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