Haverá tema que mais rios de tinta fez correr, mais músicas inspirou, mais arte motivou? E, no entanto, o amor permanece um mistério. Que químicas quânticas no cérebro o motivam? Como nasce, cresce, matura e se transforma? Que artes mágicas exige para se manter saudável? Estas são apenas algumas das questões a que ainda nenhum cientista, investigador, amante ou aspirante conseguiu cabalmente responder. O amor é múltiplo, multiforme e mutante, e por isso é tão fascinante. E, acrescenta a PRIMA, nunca foi tão necessário. Nestes tempos de ódio, de raiva, de muito egoísmo e de revoltas várias, só o amor pode salvar-nos.

Nesta edição, a PRIMA saiu para a rua à procura deste bendito bem-querer. Ignorou coraçõezinhos, deixou de lado as rosas e foi ver para lá dos clichés. Descobriu um casal que personifica o amor moderno: romântico mas pouco, apaixonado mas não cego, intenso mas humorado, eterno enquanto durar. Ana Guiomar e Diogo Valsassina foram os protagonistas da capa desta edição, e trouxeram com eles as suas tribos e os lugares de eleição.

Nesta edição oferecemos também as palavras do talentoso João Tordo, as leituras de um punhado de gente inspiradora, os espaços mágicos da Gracinha Viterbo, os lugares abandonados dos Yellow Jackets, as mensagens do Another Angelo, as tendências e os lugares que vale mesmo a pena visitar e conhecer. Isto e muito mais nesta décima revista, que não é sobre o amor, mas é feita com muito amor. Para si, querida prima ou primo, que está aí desse lado.

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